Arquivo para Março, 2008
Fotografa por Lucas Bori, Natália Casassola estréia ensaio no Paparazzo. A gaúcha do BBB8 da Globo posou ao estilo princesinha mostrando quase tudo. Para que isso aconteça, Natália está negociando com a revista masculina Playboy. Quer ver mais? Acesse www.paparazzo.com.br
Nossa cidade têm várias opções em restaurantes, todos eles ótimos e com tradição, mas inovar sempre é bom. Para isto chegou Cafundó, mais uma opção na arte da cozinha. Tive o prazer de visitar e saborear este gostoso prato, sem falar na sobremesa que é de dar água na boca.
A receita vem com um temperinho picante da Bahia, o chef é Rafael Alves Reis, baiano, nascido em Taparica. Quando criança pescava e ao chegar em casa preparava seus peixes. Sua trajetória em restaurantes começou como garçom no Clube Méd em Salvador, depois assumiu como Maitrê na mesma rede de hotéis, de filosofia francesa, em Rio das Pedras, no Rio de Janeiro.
Ainda em Salvador, conheceu a venâncio-airense Débora Barden com quem é casado. No Sul passou pelo Hotel Serrano, em Gramado. Atualmente uniram o útil ao agradável. Ele trouxe aquele tempero especial da culinária baiana. Ela, a simpatia e o carisma de quem já foi Rainha da Fenachim.
INGREDIENTES
- 1 kg de camarão
- 1 leite de coco
- 1 colher de azeite de dendê
- 1 tomate
- 1 cebola
- alho picado (4 dentes)
- coentro a gosto
- sal a gosto
- 1 limão galego
MODO DE PREPARAR
Coloque em uma panela camarão, tomate picado, cebola, alho e caldo de limão. Deixe descansar por 10 minutos, leve ao fogo e acrescente leite de coco. Ao ferver, acrescente azeite de dendê, deixando de 8 a 10 minutos.
Sugestão para acompanhar: arroz branco e farinha de mandioca.
* Extraído do Cozinhando com a Folha, assinada por Vera Romero.
Tenho de seguí-los, sou o líder deles.
(Ledru-Rallin)
O Mano que conheci (Parte 5)
Publicado Março 28, 2008 Futebol , Guarani , Mano Menezes , O Mano que conheci Deixar um Comentário“Abreviei minha carreira porque não tinha futebol para me realizar. Era zagueiro médio do interior e aconteceu um fato que acelerou minha decisão. Estava jogando no Guarani de Venâncio Aires e chegou um zagueiro rodado, com 12 anos de carreira. E tudo que ele tinha chegou em uma Fiorino. Olhei para ele e pensei: não é o que eu quero. Não vou levar 12 anos da minha vida para encher uma Fiorino. Aquela era a realidade dos clubes pequenos do Brasil. Ainda comparei a qualidade técnica dele com a minha. E eu era menos zagueiro do que ele. Pensei: depois de 12 anos, não vou conseguir encher a Fiorino. Eu tinha 26, 27 anos”.
Daí por diante, Mano seria presidente, diretor de futebol, preparador físico e de goleiro, roupeiro, porteiro, guarda noturno, vendedor de rifa, pai, psicólogo… Tudo por um ideal: ser treinador. Isso nos anos 90, nas categorias de base do Guarani.
A vontade e o empenho era tanto que em 1996, o time Júnior do Guarani foi Vice-Campeão Gaúcho, na gestão do Dr. Jorge Nazário, tendo como diretores amadores Marcolino Coutinho e Romeu Siebeneichler.
Estava nascendo um treinador…
Assisti o final do jogo da Seleção Brasileiro na tarde de quarta-feira. Deu tempo para apreciar o belíssimo gol de Alexandre Pato. No restante a partida foi sem emoção.
Bom foi ver três jogadores revelados nas categorias de base da dupla Grenal jogando pela Seleção: Pato, Anderson e Lúcio.
Como gaúcho fico orgulhoso quando alguém que foi criado por aqui, mesmo não tendo nascido nos pampas, veste à amarelinha. Na imaginação, de imediato montei uma Seleção de jogadores em atividade criados no Grêmio e Internacional. Renan, Tinga, Lúcio, Léo e Daniel Carvalho; Lucas, Anderson, Ronaldinho; Rafael Sobis, Pato e Nilmar. Acho que dava pra jogar improvisado com o Tinga na lateral-direita e o Daniel Carvalho na esquerda, num esquema 1, 2, 4, 1, 3. No banco Cássio, Fábio Rockenbach, Eduardo Costa, Carlos Eduardo e novas promessas como, Anderson Pico e William Magrão do Grêmio, Adriano, Roger e Guto do Inter.
No carnaval de 1989 dois blocos de Venâncio Aires fariam o já tradicional clássico futebolístico da época: CCN x Cova. O dia foi inusitado, pois mesmo sendo verão, a temperatura caiu muito e parecia inverno.
Com o QG no estádio Edmundo Feix e a maioria dos integrantes jogadores do Guarani, o bloco CCN jogava em casa. Tendo os guris mais novos, o desafiante Cova achava que dava, desta vez, para ganhar o jogo. Mas, até hoje o pessoal do bloco Cova ainda reclama de um pênalti inexistente que decretou a vitória do CCN por 1×0
Na foto do Cova: Álvaro, Kroth, Sombra, Dinho, Edmilson, Renato e Tuchê. Agachados: Kiko, Júlio Maria, Júlio Battisti e Serginho.
Colaboração: Álvaro Pegoraro








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