Arquivo para Maio 6th, 2008

Venâncio-airenses no baile colorado

Colorado deu de ‘relho’ no Juventude na final do Gauchão. Venâncio-airenses da Vainter estavam lá participando do baile.

Juliana na Playboy

Fotografada por Valério Trabanco, Juliana Góes é a capa da Playboy de maio. A ex-BBB8 assume que entrou na casa para faturar R$ 1 milhão e ficou triste por sair antes do programa.

Juliana valoriza a fama conquistada. Logo após protagonizar um ensaio sensual para a revista Vip, a jornalista já está na Playboy.

 

Foto: Valério Trabanco/Divulgação/Playboy

Simples assim, mas verdadeiro

Uma noite, um velho índio Cherokee contou ao seu neto sobre uma batalha que acontece dentro das pessoas.

Ele disse:
- Meu filho, a batalha é entre dois lobos dentro de todos nós.

Um é mau: é a raiva, a inveja, o ciúme, a tristeza, o desgosto, a cobiça, a arrogância, a pena de si mesmo, a culpa, o ressentimento, a inferioridade, as mentiras, o orgulho falso, a superioridade e o ego.

O outro é bom: é a alegria, a paz, a esperança, a serenidade, a humildade, a bondade, a benevolência, a empatia, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé.

O neto pensou naquilo por alguns minutos e perguntou ao seu avô:

- Qual o lobo que vence?

O velho Cherokee simplesmente respondeu:

- O que você alimenta!

 

Colaboração: Nilton Heinen

Dj Pierre em Salvador

Marcelo e Pierre saboreando o tempero baiano.

 

O proprietário da poderosa Áudio Som, Dj Pierre, esteve em Salvador, visitando Marcelo Konrad, venâncio-airense que fixou residência por lá, há 12 anos. Na ocasião aproveitou para conhecer o Pelourinho e vários outros pontos turísticos. Pierre está participando nesta semana da AES (Áudio Engineering Society) em São Paulo.

Tema para reflexão

Na sua coluna de sábado, nos jornais Folha do Mate de Venâncio Aires e Informativo de Lajeado, Joel Costa aborda sobre o texto ‘Limites’, da escritora espanhola Mônica Monastério. Propício para a época que vivemos, achei interessante também postar.

 

Relação filial – ‘LIMITES’
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas”, ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o julgo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com o respeito.
À medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais.
Mas, à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm de agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “tudo dar” a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, o permissivismo sufoca. Apenas uma atitude firme e respeitosa lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo, com amor ilimitado e profundo respeito.

- Mônica Monasterio (Madri-Espanha)

 

 

 


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