Arquivo para Maio 24th, 2008

Só pra diretoria

Turma dos sábados realizou primeiro almoço de 2008 ’só pra diretoria’. Não é sempre que se consegue as presenças dos venâncio-airenses que não moram mais aqui, mas sempre que podem nos dão o prazer das suas companhias. Neste sábado foram os casos do Tuta que reside em Montenegro e do Duda que está radicado em São Leopoldo. Na foto, Tite, Neco, Tuta, Duda, Filipe e Celinho. Sentados: Lúcio e Coca.

Melhor amigo do homem

Teste para saber qual é o melhor amigo do homem. Tranque sua mulher e seu cachorro no porta-malas do carro, em dias separados, é claro.

1) Espere por no mínimo uma hora.  

2) Abra o porta malas. 

3) Verifique quem ficou mais feliz ao vê-lo de novo. 

4) Quem foi?

O calcanhar errado

Um cuidadinho básico na hora de escrever textos informativos para publicação é ter certeza da veracidade dos dados. Esta é também a primeira regra do famoso “bom senso”. Entretanto, podemos perceber que esta verdade fundamental raramente se aplica à realidade de muitos indivíduos que têm seus textos veiculados em populares meios de comunicação. Publicar um artigo em jornal, por exemplo, sem ter conhecimento o suficiente acerca das declarações prestadas, é um crime contra a inteligência e a sensatez humanas.

Toco neste assunto justamente porque eu e a população inteira ultimamente temos acompanhado, via leitura, um caso de denúncia escandalosa. Pelo fato de o denunciante não ter feito uma pesquisa muito aprofundada para uma maior coerência na elaboração de suas idéias, acabou burlando a regrinha número um ao transformar seus pensamentos em texto e, o pior, publicá-los.

Meus caros, está aí algo que me irrita profundamente nesta vida: ser feita de idiota! Quando abro um jornal pela manhã e começo a lê-lo, o mínimo que eu espero é que a informação que me é repassada esteja correta. E ela deve estar “corretíssima” quando se trata de uma denúncia grave. Ela deve estar baseada em fatos incontestáveis e devidamente comprovada. Quando alguém faz uma acusação ou afirmação deve pensar em esgotar todas as probabilidades de contra-argumentação que possam vir a existir. E isso se chama “investigação”, também uma palavrinha básica para a construção de um texto.

Eu não estou falando sobre política nem sobre jornalismo, que fique claro. Estou falando de inteligência aliada a bom senso. Muitas pessoas se acham inteligentes ao encontrarem o “calcanhar de Aquiles” de outras. Contudo, nem sempre o que parece ser um calcanhar é, de fato, um calcanhar. Portanto, preocupem-se em afiar a ponta da própria lança em vez de tentar desequilibrar o inimigo a todo custo. Até porque, caríssimos, “calcanhar de Aquiles” todos temos um, entretanto, uma boa lança afiada e certeira é o que nos falta a muitos.

Se quiserem atingir seus inimigos, ao menos tenham a certeza de que atingiram para matar. Não dêem tiros no escuro para depois nos envergonharem com manchetes falsas e caluniosas. Poupem-nos do ridículo, pelo menos desta vez. Honrem o posto que comandam e tenham em mente que os meios de comunicação chegam a nossas escolas e universidades, as nossas casas e hospitais. Suas denúncias chegam aos lares de milhares de famílias dos mais diferentes municípios. Portanto, poupem nossos olhos de leituras calamitosas. Não somos palhaços, não somos ignorantes, não somos bobos de uma corte escravocrata. Somos leitores, eleitores, livres e democratas. Temos direito à informação verídica e não merecemos abrir nossos jornais e nos depararmos com declarações infames. Queremos respeito!

Chega de mentiras transformadas em verdade e de verdades transformadas em mentira para promoção pessoal. Chega de bobagens, de difamações sem fundamento, de baboseiras grotescas, de politicagens, de ditadores de verdades indignas. Queremos respeito a nossa inteligência, porque somos, sim, inteligentes. Não somos burros! Nossas ideologias não são de plástico. Somos flexíveis, mas não somos vulneráveis. Somos povo! Somos o seu povo!

Queremos respeito através da verdade!

E que fique claro: quem acusa sem argumentos jamais governará com argumentos.

- Pamella Tucunduva da Silva – 24/05/2008 – Jornal Folha do Mate

Que foto eih!

 

 

 

 

Karin Witz captou uma linda imagem com sua digital: minha princesa.

Tudo outra vez

Amicíssimo de coração. Artista, criativo, boa pinta, fala inteligente, magrão, tudo a seu favor. Menos ele. A droga sempre o venceu. Isto custou só ele sabe quanto? Pouco ou muito importa?

Ai de quem discordar. A fera é assim mesmo. Nunca conseguiria o deter. Problemas viriam. Quase todos suportados pelo amor de pai e marido.

Eis que num belo dia como num conto de fadas, a ‘pinta’ viria a se transformar. A partir de então seria um ‘limpo’ como nos denominava. O tempo passou e acreditei.

Toda hora e a cada dia uma batalha a vencer um mau hábito, segundo o Aurélio, em especial de consumo de bebida alcoólica ou de droga.

Foram muitas pedaladas, pinturas, curtições com os mais queridos e daí em diante, sempre Coca-Cola.

Tinha me esquecido como ele era antes.

Dia destes chegou diferente. Mãos trêmulas. Conversando sem parar. De rosto percebi, àqueles bons anos sem droga haviam ido ‘pro brejo’. Um velho ‘amigo’ o encontrou. Esqueceu do tempo. Sua reconciliação fora comprometida. Queria curtir o momento. Apenas um baseado.


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