Arquivo para Julho 7th, 2008
Inauguração do Ginásio do Aparecida
Publicado Julho 7, 2008 Do fundo do baú , Fotos antigas 4 ComentáriosHá mais de 20 anos fora de Venâncio Aires, e há mais de 20 anos mantenho minha assinatura da Folha do Mate como forma de seguir conhecendo, ainda que à distância, à realidade da minha cidade querida. Porém, a distância faz com que às vezes eu receba o jornal com até duas semanas de atraso. Não que isso tire o prazer da leitura do jornal, mas às vezes as notícias chegam ou requentadas, ou ultrapassadas.
Por isso, é uma enorme alegria poder acessar seu blog diariamente, com informações fresquinhas, do dia a dia da nossa Venâncio Aires.
Pensando em contribuir com as visitas ao passado que você faz costumeiramente, estou enviando anexas algumas fotos que ainda não vi divulgadas. Algumas estão amarelinhas, coitadas… Outras, nem tanto.
Foto tirada antes do jogo de futebol de salão na inauguração da ARCA (Ginásio de Esportes do Aparecida). O jogo foi entre Professores/Funcionários/Alunos do Colégio e a equipe da TV Difusora (onde trabalhavam na época, entre outros, Lauro Quadros, Larry Pinto de Faria, Paulo Solano, Fernando Vieira).
Abraços, Zuca.
Nota: Agradeço ao amigo Zuca pela valiosa colaboração. As fotos dos times de handebol do Aparecida, Turma do Barulinho e Uesva serão publicadas durante esta semana no blog.
Em defesa do Jornalismo, da Sociedade e da Democracia no Brasil
Publicado Julho 7, 2008 Divulgação , Educação , Informação , Para refletir , Textos Deixar um ComentárioManifesto a Nação
A sociedade brasileira está ameaçada numa de suas mais expressivas conquistas: o direito à informação independente e plural, condição indispensável para a verdadeira democracia.
O Supremo Tribunal Federal – STF – está prestes a julgar o Recurso Extraordinário 511961 que, se aprovado, vai desregulamentar a profissão de jornalista, porque elimina um dos seus pilares: a obrigatoriedade do diploma em curso superior de Jornalismo para o seu exercício. Vai tornar possível que qualquer pessoa, mesmo a que não tenha concluído nem o ensino fundamental, exerça as atividades jornalísticas.
A exigência da formação superior é uma conquista histórica dos jornalistas e da sociedade, que modificou profundamente a qualidade do Jornalismo brasileiro.
Depois de 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos cursos de Jornalismo, derrubar este requisito à prática profissional significará retrocesso a um tempo em que o acesso ao exercício do Jornalismo dependia de relações de apadrinhamentos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social da mídia.
É direito da sociedade receber informação apurada por profissionais com formação teórica, técnica e ética, capacitados a exercer um Jornalismo que efetivamente dê visibilidade pública aos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas. Os brasileiros merecem um jornalista que seja, de fato e de direito, profissional, que esteja em constante aperfeiçoamento e que assuma responsabilidades no cumprimento de seu papel social.
É falacioso o argumento de que a obrigatoriedade do diploma ameaça as liberdades de expressão e de Imprensa, como apregoam os que tentam derrubá-la. A profissão regulamentada não é impedimento para que pessoas – especialistas, notáveis ou anônimos – se expressem por meio dos veículos de comunicação. O exercício profissional do Jornalismo é, na verdade, a garantia de que a diversidade de pensamento e opinião presentes na sociedade esteja também presente na mídia.
A manutenção da exigência de formação de nível superior específica para o exercício da profissão, portanto, representa um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade à informação livre, plural e democrática.
Não apenas a categoria dos jornalistas, mas toda a Nação perderá se o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão no país ficar nas mãos destes interesses particulares. Os brasileiros e, neste momento específico, os Ministros do STF, não podem permitir que se volte a um período obscuro em que existiam donos absolutos e algozes das consciências dos jornalistas e, por conseqüência, de todos os cidadãos!
* Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas e Sindicatos de Jornalistas de todo o Brasil
Mestre, como faço para me tornar um sábio?
- Boas escolhas.
- Mas como fazer boas escolhas?
- Experiência – diz o mestre.
- E como adquirir experiência, mestre?
- Más escolhas.
A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?





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