Arquivo para Julho 16th, 2008

Guarani empata com Avenida em Santa Cruz

Em jogo válido pelo Octogonal final da Segundona Gaúcha, o Guarani de Venâncio Aires empatou em 1×1 com o Avenida em Santa Cruz do Sul, na tarde desta quarta-feira. Polaco fez para o Guarani aos 4 minutos do segundo tempo e Willian empatou aos 23.

Mais notícias sobre o Guarani de Venâncio Aires no Blog do Rui.

Do fundo do baú: caminhões Fargo e Mack e caminhoneiros na praia de Santos

Repórter da Folha do Mate, Álvaro Pegoraro, está preparando uma matéria interessantes e histórica. É em homenagem aos motoristas. Duas ilustrações adiantamos para vocês no blog.

Bertholdo e Ottmar Schultz com os caminhões Fargo e o Mack. O velho Mack existe até hoje. Ele foi o primeiro caminhão da frota que originaria o Expresso Cruzador. O Fargo foi o segundo caminhão da empresa.

Edvino Frantze, Jorge Kreibick, um funcionário (não identificado) da filial em São Paulo e Ottmar Schultz, na praia de Santos, em 1951.

Jorge Kreibich é o entrevistado por Álvaro Pegoraro na matéria que será publicada no dia 24 de julho no jornal.

Desabafo de um torcedor

Fui um otário
Escrevo com a experiência de 45 anos como torcedor do Atlético Mineiro. Hoje não sou mais! Hoje eu, finalmente, desisti! Alguns dirão que nunca fui atleticano. Mas fui! Estive no Mineirão, em 1977, e vi o São Paulo arrancar de meu coração o grito de campeão. Estive em 1980, no Maracanã, e vi o time do Zico vencer o meu time! Na época era um duelo de titãs! Meu time, mais uma vez, perdeu… Vi Toninho Cerezo tremer no frio de Buenos Aires e meter um gol contra, na partida contra o River Plate! Alguém se lembra? Essa partida foi na Argentina … 2 x 0 … e eu estava lá! Em seguida, vi um time que não conseguiu fazer um gol no Santos, em 1983, e perder a chance de uma final. Em 1985, outra vez! Perdemos de 1 x 0 em Coritiba, e a final foi Coritiba e Bangu. Não posso me esquecer de 3 x 2 contra o Flamengo (mais uma vez) no Mineirão – na verdade 2 x 3, engolindo o Bebeto e o Renato Gaúcho. Lembro-me, ainda, de uma vitória contra o Rosário Central, por 4 x 0, que redundou em derrota – também por 0 x 4. Disputa de pênaltis: resultado – Rosário campeão! Vi, ainda, um jogo em ganhávamos por 2 x 0 do Fortaleza, e o resultado – vitória – não foi alcançado. Vi o time cair prá segunda divisão.
Afora tudo isso, não posso deixar de lembrar as infinitas vitórias pro nosso maior rival, dentro e fora do campo. Perdemos de 5 x 1, com Cerezo como técnico (olha ele aí, de novo), aquele mesmo que nos traiu e vestiu a camisa azul. Esse ano assisti o 5 x 0, vergonhoso!
Fora de campo, vi diretorias medíocres perder jogadores para o Cruzeiro, e posso citar: Fred – sem comentários; Elivelton – autor do gol do título da Libertadores de 1997; Aristizabal – grande artilheiro; Jadilson; Camilo; Gerson Magrão. Minha memória me trai, mas vários outros existem!
 
Cansei-me! Absolutamente, me cansei! Hoje, após mais uma derrota, peguei todas as minhas camisas – mais de 20 – de épocas diferentes, e após mergulhar em álcool, ateei fogo. Foi um exorcismo. A partir de hoje não sou mais atleticano! Não sou mais um otário. Compreendi que na vida alguns são os atores principais, outros são – e serão sempre – os coadjuvantes. Os atleticanos são assim – coadjuvantes! Como os torcedores da Portuguesa e da Ponte Preta, por exemplo.
Por certo nunca mais vestirei outra camisa de time de futebol, não serei flamenguista, ou santista, ou o que for. Mas atleticano não serei mais. Cansei, absolutamente cansei!
E não é um cansaço de quem nunca sofreu ou viveu o âmago dessa paixão. Nada disso! Sempre tive no sangue o borbulhar da nação atleticana. Digamos, então, que sofri uma transfusão! Não quero mais sofrer. E torcer pelo Atlético é uma dor que não tem fim. Dor que alguns profetizam e que outros eternizam em nobres versos, mas que, em resultado prático, em alegria de viver, pouco resultado alcança.
Cansei de ser um idiota! Com muita dor no coração promovo o exorcismo – Atlético… nunca mais! Fica a saudade, que como tal, não tem explicação! Fui!
Peter de Moraes Rossi
* Colaboração: Fitico

Juiz manda devolver fiança para motoristas flagrados no bafômetro

Saiba mais, clicando aqui.

Para refletir…

O problema nunca consiste em como desenvolver novas idéias, mas em como desvencilhar dos velhos conceitos.

- Dee Hock, *CEO emérito da Visa.

* CEO – chief executive officer. É o cargo mais alto da empresa. É chamado também de presidente, principal executivo, diretor geral, entre outros. Quando existe um presidente e um CEO, o primeiro é mais forte.

Adilson Fauth não é mais preparador do Guarani

Conheci pessoalmente Adilson Fauth no almoço feito no sábado, antes da estréia do Guarani no Octogonal Final da Segundona. Ótima pessoa, boa caráter e excelente profissional. Antes disso, acompanhei seu trabalho em 2007, quando ajudou o Inter SM na volta à 1ª Divisão e também agora no rubro-negro, nesta temporada. Perna nunca faltou ao Guarani neste ano.

Estive com ele há pouco e para minha surpresa, desde a manhã da terça-feira, Adilson Fauth não é mais o preparador físico do Guarani de Venâncio Aires. Esta me pegou de surpresa.


Blog Stats

  • 592,042 hits

 

Visite também…

Páginas