Arquivo para Outubro, 2008

Um bom final de semana a todos

Mário Quintana

‘A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo,
a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.’

Turma do Virabrequim

Integrantes do Virabrequim com seus Fuscas.

Seria num Baile de Debutantes???

Bocha nos Motoristas

Irmãos Artus

Posto Atlantic

Sociedade dos Motoristas comemora seus 30 anos neste sábado, num Jantar/Baile. Aproveitando a data, o blog publica duas fotos de equipes que participavam de memoráveis Torneios de Bocha.

Outra do Vladi

Técnica de Confinamento.
Resolvi dar uma olhada no arquivo.

Essa é de 95, mas do jeito que anda o clima, estaria bem atual.

Vladi

Grêmio em 1966

No time Penta Campeão do Grêmio em 1966, outro conhecido dos venâncio-airenses. O primeiro agachado da esquerda para a direita: Elói Smidt. Esse jogava muito. O ‘Véio Elói’ eu tive o prazer de conhecer e ouvir muitos conselhos.

Time do Grêmio de 1950

Time do Grêmio de 1950 tinha um zagueirão bom de bola muito conhecidos dos venâncio-airenses. É o segundo em pé da esquerda para a direita: Erny Martins de Azevedo (Crespo).

Crespo na zaga gremista, no estádio dos Eucaliptos em 1951.

Mais uma para o museu

Caro Elton, essa é uma “charge” de 85, publicada na Folha do Mate (nem sei de onde tirei essa cópia). Como eu desenhava mal, olhando agora!!! Na época o Cine Imperial seria desativado, dando espaço para uma agropecuária. Eu tive a “feliz” idéia de colocar como detalhe um cartaz do filme Grimlins, estouro nas bilheterias (1 ano depois chegaria a Venâncio, na época um tempo curto para grandes sucessos) fazendo uma paródia com o nome da empresa que adquiriu o lugar. Muitas satisfações eu tive que dar na época, por conta da brincadeira com fundo crítico. Mas a Secretaria da Cultura, foi a única que não se manifestou, infelizmente. Lembro que até abaixo-assinado foi feito, mas como cinemas não davam mais lucro…
Me dá uma pena, passar hoje ali e ver o prédio daquele jeito. Aquele losango, entrada de ar no teto, tem muita história pra contar.
 
Vladi

Assim fica difícil…


Estive no Mineirão ontem à noite, onde assisti ao massacre do Cruzeiro sobre o Grêmio.

Foi a primeira oportunidade que tive de assistir o Grêmio ao vivo este ano, embora tenha acompanhado a maioria dos jogos pela televisão. A decadência do time, que já estava clara pela TV, ontem ficou ainda mais evidente para mim.

Um time muito lento, devagar-quase-parando (no que Rever, William Magrão e, principalmente, Tcheco, este chegando a irritar, foram os mais lentos). Um time que não chuta, que não cria – e que, quando cria, o faz sem efeitos porque o faz com muita lentidão e permite que o adversário leia a jogada -, que não vai à linha de fundo, que não dribla, que não ousa. Enfim, um time que oferece poucos perigos ao adversário. E, para piorar a situação, ontem foi um time que marcou muito mal em dois períodos do jogo – nos primeiros 20 minutos do primeiro tempo e a partir dos 15 do segundo tempo.

As coisas já são difíceis nesta reta final do campeonato, com o poderio dos paulistas surtindo seus efeitos – ontem, o São Paulo foi, pelo segundo jogo consecutivo, beneficiado pela arbitragem em lances que decidiram o jogo – e com os adversários na ponta dos cascos. O Cruzeiro, por exemplo, ontem jogou sua melhor partida no campeonato. O mínimo que se pode esperar é que o nosso time também se prepare e faça a lição de casa, e o Grêmio ontem passou a imagem oposta a isso. Alguns jogadores decepcionaram muito (Rafael Carioca, Felipe, Souza e principalmente o maestro Tcheco que, ontem, nos conduziu para o buraco) e nem um bom preparo físico o time demonstrou.

Não pude nem dar vazão à minha decepção pois estava com meus dois filhos mais velhos. A alegria do programa familiar e, principalmente, a satisfação deles, cruzeirenses, era tamanha que eu fiquei sem jeito. Só agora, ao escrever para vocês, é que estou desopilando…

Do jeito que lá vai, a coisa tá feia. Jogando aquela bolinha de ontem, não ganharemos do Palmeiras nem do Vitória, jogando fora de casa.

Abraços,

Zuca

A antiga Casa da Força (raridade)

Olá, Elton!

Tenho visitado (e apreciado) teu Blog.

A foto anexa (raridade) é da esquina da Jacob Becker com a Júlio de Castilhos em 1930. O prédio da esquina era do Major Hermes Pereira e ainda existe, com algumas alterações. Segundo a D. Odila Bülow (87 anos), o prédio escuro, no meio à esquerda, era a Casa de Força que gerava a energia para a cidade. Funcionava até as 22 Hs. Ao fundo, nota-se a mata ciliar marcando o trajeto da Sanga do Cambará, que hoje está canalizada e passa ao lado do Guarani. Atrás da Sanga, as coxilhas onde hoje é o Bairro Aviação.

Tenho a foto original, se alguém se interessar…

Um abraço e parabéns pelo sucesso do Blog

Claiton Wittke

Foto da Mariana

Dinda Camila Deves nos enviou uma foto da Mariana, a mais nova integrante do Bloco Gela Goela.

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