Arquivo para Maio, 2009
Beldades apresentando uniformes do Guarani em 1999
Publicado Maio 31, 2009 Do fundo do baú , Fotos antigas , Guarani Deixar um ComentárioGreminho venâncio-airense em excursão ao Paraná
Publicado Maio 31, 2009 Do fundo do baú , Fotos antigas 3 ComentáriosBoa tarde Elton:
Sei que este não é exatamente o propósito do teu blogue, mas mesmo decidi contribuir com uma campanha em prol dos desabrigados pela cheia nas regiões Norte e Nordeste do país. Trata-se de um poster criado pelo meu amigo e colega Rodrigo Muller, o original esta aqui www.flickr.com/photos/rodrigomuller/3578501602/ e reproduzido no meu flickr www.flickr.com/photos/giovanesebastiany/3579279120/
As doações podem ser feitas via CRUZ VERMELHA BRASILEIRA/SP
UNIBANCO
agência 0472
conta corrente 235000-8
CNPJ 07.127.753/0001-01
Caso haja dúvida da procedência do número da conta: www.cvbsp.org.br
Giovane Sebastiany
Fotografias
Mais uma relíquia do nosso Guarani
Publicado Maio 30, 2009 Do fundo do baú , Fotos antigas , Guarani 1 ComentárioResgatando mais uma foto da história do Guarani, esta é de uma solenidade antes de um jogo contra o Juventude de Candelária. Não consta o ano, mas foi quando Hugo Haas era o presidente. Aparecem: 1º nao identificado, Hug Haas, Salvador Stein Goulart, o presidente do Juventude, dr. Hermes Pereira e mais ao fundos os atletas Lothário Grunwald e Renato Goebel.
Henrique no Brasileiro de Showboll
Publicado Maio 30, 2009 Amigos , Corinthians , Divulgação , Futebol , Informação 2 ComentáriosZagueirão Henrique Etges participou ontem da abertura do 2º Campeonato Brasileiro de Showboll. Na estréia, seu Corinthians venceu o Fluminense por 8×4 e Henrique teve uma boa atuação, inclusive marcando um gol para o Timão. O jogo foi em Chapecó e transmitido ao vivo pelo Sport TV.
Estranho personagem, esse tal de MOTOCICLISTA…
Publicado Maio 30, 2009 Interessante , Motocicletas , Para refletir 5 ComentáriosFernando Drummond
Difícil crer que seja possível preferir o desconforto de uma motocicleta,
onde se fica instavelmente instalado sobre um banquinho minúsculo, tendo que
fazer peripécias para manter o equilíbrio e torcendo para que não haja areia
na estrada. Como podem achar bom transportar o passageiro, dito garupa, sem
nenhum conforto ou segurança, forçando o coitado a agarrar-se à pança do
motociclista, sujeitando ambos a toda sorte de desconfortos, como chuva, ou
mesmo aquela “ducha” de água suja jogada pelo carro que passa sobre a poça
ao lado, ou de ficarem inalando aquele malcheiroso escapamento dos caminhões
em uma avenida movimentada como a marginal Tietê, por exemplo, sem falar da
necessidade de se utilizar capas, casacos e capacetes, mesmo naqueles dias
de calor intenso. Isso tudo enquanto convivemos numa época em que os
automóveis nos oferecem toda sorte de confortos e itens de segurança.
Ar-condicionado, que permite que você chegue ao trabalho sem estar fedendo e
suado; “air bags”, barras laterais, cintos de três pontos, etc., que
conferem ao passageiro uma segurança mais do que necessária; som ambiente;
possibilidade de conversar com os passageiros (OS passageiros. ..) sem ter
que gritar e assim por diante.
Intrigante personagem, esse tal de motociclista.
Apesar de tudo o que disse acima, vejo sempre em seus rostos um estranho e
particular sorriso, que não me lembro de haver esboçado quando em meu carro,
mesmo gozando de todas as facilidades de que ele dispõe.
Passei, então, a prestar um pouco mais de atenção e percebi que, durante
minhas viagens, motociclistas, independente de que máquinas possuíssem,
cumprimentavam-se uns aos outros, apesar de aparentemente jamais terem se
visto antes daquele fugaz momento, quando se cruzaram em uma dessas estradas
da vida.
Esquisito…
Prestei mais atenção e descobri que eles frequentemente se uniam e reuniam,
como se fossem amigos de longa data, daqueles que temos tão poucos e de quem
gostamos tanto.
Senti a solidariedade que os une. Vi também que, por baixo de muitas
daquelas roupas de couro pesadas, faixas na cabeça, luvas, botas, correntes
e caveiras, havia pessoas de todos os tipos, incluindo médicos, juízes,
advogados, militares, etc. que, naquele momento, em nada faziam lembrar os
sisudos, formais e irrepreensíveis profissionais que eram no seu dia a dia.
Descobri até alguns colegas, a quem jamais imaginei ver paramentados tão
estranhamente.
Muito esquisito…
Ao conversar com alguns deles, ouvi dos indizíveis prazeres de se “ganhar a
estrada” sobre duas rodas; sobre a sensação deliciosa de se fazer novos
amigos por onde se passa; da alegria da redescoberta do prazer da aventura,
independente da idade; e da possibilidade de se ser livre e alegre, rompendo
barreiras que existem apenas e tão somente em nossas mentes tão acostumadas
à mediocridade.
Vi, ouvi e meditei sobre o assunto. Mudei a minha vida…
Maravilhoso personagem, esse tal de motociclista.
Muitas motos eu tive, mas jamais fui um verdadeiro motociclista, erro que,
em tempo, trato agora de desfazer.
Mais que uma nova moto, a moto dos meus sonhos.
Mais que apenas uma moto, o rompimento dos grilhões que a mim impunham o
medo e o preconceito e que por tanto tempo me impediram de desfrutar de
tantas aventuras e amizades.
Quem sabe o tempo que perdi e as experiências que deixei de vivenciar.
Se antes olhava-os com estranheza, mesmo sendo proprietário de uma moto (mas
não um motociclista) , vejo-os agora com profunda admiração e, quando não
estou junto, com uma deliciosa pontinha de inveja.
O interessante, é que conheço pessoas que jamais possuíram moto, mas que
estão em perfeita sintonia com o ideal motociclista.
Algumas chegam até mesmo a participar de encontros e listas de discussão,
não que isto seja imprescindível ou importante. O que importa é a filosofia
envolvida.
Hoje, minha garupa e eu, montados em nossos sonhos, planejamos, ainda
timidamente, lances cada vez maiores, sempre dispostos a encontrar novos
velhos amigos, que certamente nos acolherão de braços abertos.
Talvez, com um pouco de sorte, encontremos algum motorista que, em seu
automóvel, note e ache estranho aquele personagem que, passando em uma
motocicleta, com o vento no rosto, ainda que sob chuva ou frio, mostre-se
alheio a tudo e feliz, exibindo um largo e incompreensível sorriso estampado
no rosto.
Quem sabe ganharemos, então, mais um irmão motociclista para o nosso grupo.
Curiosidades: Na minha próxima vida, quero ser um porco. (Autor desconhecido)
Publicado Maio 29, 2009 Curiosidades 1 ComentárioO orgasmo de um porco dura 30 minutos.
(Na minha próxima vida, quero ser um porco!)
Uma barata pode sobreviver 9 dias sem sua cabeça até morrer de fome.
(Ainda não consegui esquecer o porco)
Bater a sua cabeça contra a parede continuamente gasta em média 150 calorias por hora.
(Não tente isso em casa; talvez no trabalho!)
O louva-deus macho não pode copular enquanto a sua cabeça estiver conectada ao corpo. A fêmea inicia o ato sexual arrancando-lhe a cabeça.
(”Querida, cheguei! O que é is…..”)
A pulga pode pular até 350 vezes o comprimento do próprio corpo. É como se um homem pulasse a distância de um campo de futebol.
(Trinta minutos…que porco sortudo! Dá pra imaginar?)
O bagre tem mais de 27 000 papilas gustativas.
(O que é que pode haver de tão saboroso no fundo de um rio?)
Alguns leões se acasalam até 50 vezes em um dia.
(Ainda prefiro ser um porco na minha próxima vida…qualidade é melhor que quantidade!)
As borboletas sentem o gosto com os pés.
(Isso eu sempre quis saber)
O músculo mais forte do corpo é a língua.
(Hmmmmmmmm…)
Pessoas destras vivem em média 9 anos mais do que as canhotas.
(E se a pessoa for ambidestra?)
Elefantes são os únicos animais que não conseguem pular.
(E é melhor que seja assim!)
A urina dos gatos brilha quando exposta à luz negra.
(E alguém foi pago para descobrir isso?!)
O olho de um avestruz é maior do que o seu cérebro.
(Conheço gente assim)
Estrelas-do-mar não têm cérebros.
(Conheço gente assim também)
Ursos polares são canhotos.
(Se eles começarem a usar o outro lado, viverão mais)
Seres humanos e golfinhos são as únicas espécies que fazem sexo por prazer.
(E aquele porco???)
Festa depois de um Gua-Cruz
Publicado Maio 29, 2009 Do fundo do baú , Fotos antigas , Guarani 1 ComentárioElton, uma dica de passeio por lugares pitorescos da capital é ir ao Mercado Público. Um dos lugares interessantes de lá é o Bar Naval, que abriu suas portas em 1907 e só deve ter fechado na enchente de 41, quando a água, que passarinho bebe, bateu na metade do marco. É o típico boteco onde frequentam todas as figuras possíveis, dos prefeitos que despacham alí ao lado, até butequeiros famosos como o Lupicínio Rodrigues, que deve ter composto alguma das suas músicas na sua tradicional mesa, atrás da que esse pessoal aí da foto está. A propósito, eles são amigos que fotografei no lendário bar do Centro no sábado passado. São eles, Cassio, Carol, Marlise, Ernesto e Lidiane. O Cassio e o Ernesto já jogaram basquete em Venâncio e devem ser conhecidos de seus contemporâneos de quadras.
Vladi







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